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Amazonas vai sediar encontro de Defesas Agropecuárias para discutir Plano Brasil de Peste Suína Clássica

Amazonas vai sediar encontro de Defesas Agropecuárias para discutir Plano Brasil de Peste Suína Clássica

O Amazonas sediará, pela primeira vez, a Reunião Técnica Para Pontos Focais da Região 2 (Zona Não Livre) do Plano Brasil Livre de Peste Suína Clássica (PSC), na quarta e quinta-feira (08 e 09/04). Coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado (Adaf), o encontro vai discutir as ações de vigilância de todos os estados que compõem essa região não livre da doença e será realizado na sede da Superintendência Federal de Agricultura (SFA-AM), das 9h às 17h, bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus.

A Peste Suína Clássica é uma doença viral altamente contagiosa que acomete animais domésticos e selvagens e pode levá-los à morte. A atuação da Defesa Agropecuária tem o objetivo de garantir a saúde e o bem-estar dos animais, a proteção da saúde pública e a segurança dos produtos de origem suídea, contribuindo para o sucesso dessa atividade econômica.

Além do Amazonas, fazem parte da Região 2 (Zona Não Livre) do Plano Brasil de PSC os estados do Pará, Amapá, Roraima e Maranhão. Todos estarão representados no encontro, que acontece semestralmente e, pela primeira vez, será realizado na capital amazonense. “A reunião será uma oportunidade de, entre outros assuntos, apresentar a execução das ações de vigilância pelos estados e expor e discutir o manual para a realização do inquérito soroepidemiológico na região”, explica a fiscal agropecuária, a médica veterinária Alessandra Borges.

Os principais desafios do Plano Brasil Livre de Peste Suína Clássica no Amazonas, de acordo com a fiscal, estão diretamente ligados às características epidemiológicas, geográficas, produtivas e estruturais da região amazônica, como a extensão territorial e dificuldades logísticas, predomínio de pequenos produtores e baixa tecnificação, fragilidade na biosseguridade das propriedades, desafios na vigilância epidemiológica e notificação e execução de inquéritos soroepidemiológicos.

Nas ações de educação sanitária desenvolvidas junto aos produtores rurais, a Adaf busca reforçar o alerta para que qualquer suspeita da doença seja notificada imediatamente. A comunicação pode ser feita pelo telefone (92) 99380-9174 ou pelo e-Sisbravet, no site da agência (www.adaf.am.gov.br). Os principais sintomas incluem febre alta, falta de apetite, conjuntivite, paralisia dos membros posteriores, manchas vermelhas ou roxas e problemas respiratórios e reprodutivos.

Fonte: ASCOM/ADAF

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